DEUS NÃO É
VELHACO

Era uma vez
um sujeito que se endividou muito e foi condenado a saldar suas dívidas de uma
só vez, sob pena de ser preso.
Apesar de seus esforços, não conseguiu empréstimo em alguma instituição de
crédito nem com seus parentes. E o dia fatal ia-se aproximando rapidamente.
Lembrou-se, então, de um amigo de infância que era rico e, na noite anterior ao
prazo fatal, decidiu lhe telefonar pedindo socorro.
Ouviu de
seu amigo que podia ficar tranqüilo, pois tinha o dinheiro disponível e iria lhe
emprestar a quantia necessária logo de manhã.
Foi para o
quarto, deitou-se em sua cama mas não conseguiu dormir, pois ficou pensando: e
se meu amigo mudou seu jeito de ser? E se ele agora for daquele tipo de pessoa
que promete as coisas, mas não cumpre o prometido? Se ele for agora um velhaco,
indigno de confiança?
Aquela foi
a noite mais longa de sua vida!
(autor desconhecido)

Bem, não
sabemos se ele foi ou não socorrido pelo homem a quem buscara ajuda. Mas sabemos
de uma coisa:
Quando
pedimos algo a um amigo e ele nos promete que vai dar, mas continuamos
preocupados, estamos dizendo com esta nossa preocupação que este nosso amigo não
é digno da nossa confiança; em outras palavras, estamos acreditando que ele é um
velhaco.
Quando
pedimos algo a Deus e continuamos preocupados, na prática estamos lhe dizendo
que Ele não é digno da nossa confiança; que Ele é um velhaco.
Tiago
1.6-7 nos ensina:
“Peça-a,
porém, com fé, em nada duvidando; pois o que duvida é semelhante à onda do mar,
impelida e agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor
alguma coisa”.
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