CHOQUE
DO FUTURO

No início dos anos de 1970, a literatura que mais
causava espanto era a que tratava sobre o que nos aconteceria “no futuro”, sobre
as tendências das diversas áreas do conhecimento, sobre os produtos que
usaríamos em casa, as modas das passarelas, os meios de transportes etc. Se
considerarmos, porém, o que escreveram antes desses anos dourados da
futurologia, assim também o que foi dito a partir de então, podemos deduzir como
é difícil saber realmente o que está por vir.
Por exemplo, em 1899, o diretor do US Patent Officer afirmou: “Tudo o que
poderia ser inventado, já foi inventado”.
Em 1901, o pioneiro da aviação americana, Wilbur Wright, afirmou: “O homem não
voará nos próximos 1000 anos”. Lord Kevin, presidente da Royal Society, disse:
“O rádio não tem futuro”. Os empresários europeus, reunidos em Conferência na
Alemanha no início do Século 20, disseram: “O telefone é coisa para moleques
desocupados”.
O que teria acontecido se todos tivessem acreditado nessas afirmativas?
Uma coisa pode-se deduzir: predições sobre o futuro são, geralmente, suposições
erradas. Quando eu era menino, li revistas de ciência que apontavam para o
Século XX e diziam que, quando esse “tempo distante” chegasse, todos estariam
voando em carros aéreos e vivendo em casas dentro de redomas.
Será que podemos confiar em predições? Quem poderia saber sobre o futuro, de
modo que pudéssemos confiar sem reservas? A resposta é: depende da fonte!
A única Fonte que trata sobe o porvir que é totalmente confiável, que jamais
erra, é a Palavra de Deus, a Bíblia. Só no Antigo Testamento há mais de duas mil
profecias que já se cumpriram. Não há nada, em nenhum outro livro em todo o
mundo, que se assemelhe a isto, nem vagamente.
O Antigo Testamento contém 333 profecias relativas à vinda do Cristo, que
incluem 456 fatos específicos ou detalhes concernentes ao Messias que viria.
Todas essas profecias foram escritas entre cerca de 1500 a.C. e 400 a.C., de
modo que é fácil imaginar como teria sido difícil engendrar isso.
Estava escrito que o Messias seria crucificado, uma previsão feita antes mesmo
que os fenícios tivessem inventado a crucificação! (Sl 22.16, cerca de 1000
a.C.). Foi profetizado que Ele nasceria em Belém (Mq 5.2, cerca de 720 a.C.).
Estava escrito que Ele levaria os nossos pecados e que pelas suas pisaduras
seríamos sarados (Is 53.5, cerca de 750 a.C.).
A Bíblia não tem paralelo neste campo. Sabe por quê? Porque os homens que a
escreveram foram divinamente inspirados por Deus e dirigidos pelo Seu Espírito
ao redigirem as Sagradas Escrituras (2 Pe 1.20-21).
Tudo isso aponta para a veracidade do verdadeiro Choque do Futuro que está para
vir. Refiro-me à volta de Jesus para buscar a Sua Igreja, composta de todos os
crentes fiéis. Escolhi sete previsões quanto a isso, que são sete promessas, nas
quais devemos atentar para alimentar a nossa fé e fortalecer a nossa esperança:
A vinda de Jesus será como um relâmpago (Mt 24.27).
Jesus virá numa nuvem, com poder e grande glória (Lc 21.27-28).
Os anjos ajuntarão os escolhidos em toda a terra (Mt 24.30-31).
Cristo assentará no trono da Sua glória (Mt 25.31).
Os que estiverem vigiando são bem-aventurados (Lc 12.37-38).
O crente fiel será colocado sobre os bens do Senhor (Lc 12.42-44).
Jesus virá nos buscar para morarmos eternamente com Ele (Jo 14.3).
O apóstolo Paulo indica como será esse momento: “Porquanto o Senhor mesmo, dada
a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus,
descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os
vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens,
para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o
Senhor” (1 Ts 4.16-17).
Paulo ensina também que devemos estar “aguardando a bendita esperança e a
manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus” (Tt 2.13).
Este é o modo seguro para não sermos pegos desprevenidos.
A vinda de Jesus é o Choque do Futuro fartamente previsto e que vai acontecer em
breve. Convém estarmos preparados.
Responda: você está pronto?
Autor
Desconhecido