A BÍBLIA E OS
DESTINOS DA PÁTRIA

"Quando o genial Winston Churchill, na qualidade
de primeiro-ministro do império britânico, num dos momentos mais dramáticos da
vida nacional, recebeu a visita de Billy Graham, a pergunta que formulou ao
pregador foi esta:
- Jovem, há alguma esperança, ainda, para o
mundo?
Sem se perturbar, e tirando do bolso um exemplar
do Novo Testamento, Billy Graham respondeu com sua habitual eloqüência, que
aquele Livro que tinha nas mãos estava cheio de esperança. Depois, o pregador,
atendendo pedido do inesquecível estadista, começou a ler passagens inspiradas
das Sagradas Escrituras, que falavam àquele coração batido pelas lutas, pelas
tempestades repetidas das demandas internacionais. Depois de seguidos minutos de
piedoso contato com o eterno livro, Winston Churchill, agradecendo a
oportuníssima visita, disse a Billy Graham:
- Obrigado. Você deu a um velho a renovação de
sua fé no futuro.
E Billy, mais enfático ainda, referindo a este
acontecimento:
- Não fui eu. Foi a Bíblia, unicamente a Bíblia.
Nesses instantes de crise e de provação, quando
os verdadeiros valores da vida são testados, feliz é o homem que pode ouvir a
voz de Deus. O Deus que fala ao coração fatigado, através das páginas
consoladoras da Bíblia. Deus da Bíblia, que na experiência do profeta, "tem o
seu caminho na tormenta e nas tempestades e as próprias nuvens são apenas o pó
de seus pés".
(Autor Desconhecido)