A HISTÓRIA
SECRETA DOS JESUÍTAS
Edmond Paris
Os dados contidos neste livro são factuais e amplamente documentados,
encontrando-se à disposição para consulta de todos os cristãos, ao redor do
mundo, que crêem na Bíblia, a qual declara:
"O meu povo está sendo destruído porque lhe falta o conhecimento". Oséias 4.6
Os homens mais perigosos são aqueles que aparentam muita religiosidade,
especialmente quando estão organizados e detêm posições de autoridade, contando
com o profundo respeito do povo, o qual ignora seu sórdido jogo pelo poder nos
bastidores.
Esses homens chamados "religiosos", que fingem amar a Deus, recorrerão ao
assassinato, incitarão revoluções e guerras, se necessário, em apoio à sua
causa. São políticos ardilosos, inteligentes, gentis e de aparência religiosa,
vivendo em um obscuro mundo de segredos, intrigas e santidade mentirosa.
Esse padrão humano, observado em A História Secreta dos Jesuítas,
espiritualmente falando,pode ser verificado entre os escribas, fariseus e
saduceus do tempo de Jesus Cristo.
Os "pastores primitivos" observavam muito do antigo sistema babilônico, além da
Teologia judaica e da Filosofia grega. Todos eles perverteram a maior parte dos
ensinamentos de Cristo e de Seus apóstolos, construindo as bases para a máquina
do catolicismo romano, que estava por vir. Piamente, atacaram, perverteram,
acrescentaram e suprimiram da Bíblia.
Esse espírito religioso anticristão, trabalhando através deles, pôde ser visto
novamente quando Ignácio de Loyola criou os jesuítas para, secretamente, atingir
dois grandes objetivos da instituição católica romana:
1) Poder político
universal
2) Uma igreja universal,
no cumprimento das profecias de Apocalipse 6.13-17 e 18.
No momento em que Ignácio de Loyola apareceu em cena, a Reforma Protestante
tinha danificado seriamente o sistema católico romano. Ele chegou à conclusão
que a única possibilidade de sobrevivência para a sua "igreja" seria através do
reforço dos cânones. Isso aconteceria não pelo simples aniquilamento das
pessoas, conforme os frades dominicanos se incumbiam de fazer através da
Inquisição, mas pela infiltração e penetração em todos os setores da sociedade.
"O protestantismo deve ser conquistado e usado para o benefício dos papas", era
a proposta pessoal de Ignácio de Loyola ao papa Paulo III.
Os jesuítas começaram a trabalhar imediatamente, infiltrando-se em todos os
grupos protestantes, incluindo-se aí suas famílias, locais de trabalho,
hospitais, escolas, colégios e demais instituições. Atualmente, têm sua missão
praticamente concluída.
A Bíblia coloca o poder de uma igreja local nas mãos de um pastor de Deus. Os
astutos jesuítas, no entanto, conseguiram com sucesso tirar aquele poder das
denominações evangélicas ao longo do tempo, tendo conseguido agora lançar quase
todas as denominações protestantes nos braços do Vaticano. Isso foi exatamente o
que Ignácio de Loyola se propôs a atingir: uma
igreja universal e o fim do protestantismo.
Na medida em que o leitor for se aprofundando na leitura do livro A História
Secreta dos Jesuítas, perceberá a existência de um] paralelo entre os setores
religioso e político.
O autor, Edmond Paris, revela a infiltração dos jesuítas nos governos e nações
do mundo, para manipulação do curso da História, erguendo ditaduras,
enfraquecendo democracias, abrindo caminho para a anarquia social, política,
moral, militar, educacional e religiosa.