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O REINO DE DEUS NA PREGAÇÃO
DE JESUS
DISCIPLINA –
TEOLOGIA DO NT
Sem. Edson
Poujeaux Gonçalves
Professor: Pr.
Nelson Santos
PATOS – PB -
MAIO DE 2007
O REINO
DE DEUS NA PREGAÇÃO DE JESUS
1. – INTRODUÇÃO
Jesus, durante o seu ministério aqui na terra, sabia
da confusão que existia nas mentes dos seus apóstolos e discípulos a respeito do
sentido e do significado dos termos “Reino do céu” e “Reino de Deus”, que ele
usou indistintamente para designar a sua missão de auto-outorga.
Ainda que o próprio termo Reino do céu pudesse
ter sido suficiente para diferençar o que o próprio termo representava,
separando-o de quaisquer ligações a reinos terrenos e governos temporais,
não o foi de fato. A idéia de um rei temporal estava muito profundamente
enraizada na mente judaica, para ser assim desfeita em uma única geração. Por
isso Jesus, a princípio, não se opôs abertamente a esse conceito há tanto tempo
alimentado de um reino.
Então, com muita sabedoria do alto, nosso Mestre, em
sua pregação, procurou esclarecer o ensinamento sobre o Reino do céu; discutiu a
questão sob todos os pontos de vista e tentou tornar claros os sentidos muito
diferentes com os quais o termo tinha sido empregado.
Neste trabalho acadêmico, procuraremos amplificar a
sua palestra, acrescentando numerosas afirmações feitas por Jesus em ocasiões
anteriores e incluindo algumas observações feitas apenas aos apóstolos. Iremos
também expor alguns comentários sobre a idéia de um reino, como está relacionada
posteriormente à igreja cristã.
2.
OS CONCEITOS DE REINO DO CÉU
É preciso que se faça notar, em qualquer ligação a
ser estabelecida com a exposição do sermão de Jesus, que, nas escrituras
hebraicas, havia um conceito duplo sobre o Reino do céu. Os profetas
apresentaram o Reino de Deus como:
1. Uma realidade presente.
2. Uma esperança futura – quando então o Reino se apresentaria
realizado na plenitude, quando do aparecimento do Messias. Esse é o conceito do
Reino como João Batista ensinou.
Desde o princípio, Jesus e os apóstolos ensinaram
ambos os conceitos. Todavia, haviam duas outras idéias sobre o Reino que
deveriam ser mantidas sempre em mente:
3. O conceito judeu posterior de um reino mundial e
transcendental, de origem sobrenatural e cuja inauguração seria miraculosa.
4. Os ensinamentos persas retratando o estabelecimento de um
reino divino, com a realização do triunfo do bem sobre o mal, no final do mundo.
Pouco antes da vinda de Jesus à Terra, os judeus
combinaram e confundiram todas essas idéias sobre o Reino, com o seu conceito
apocalíptico da vinda do Messias, para estabelecer a idade de triunfo dos
judeus, a idade eterna do reinado supremo de Deus na Terra, o novo mundo, a era
na qual toda humanidade iria adorar a Yavé. Ao escolher utilizar esse conceito
para o Reino do céu, Jesus elegeu apropriar-se da herança mais vital e
culminante tanto da religião judaica quanto da persa.
Assim, o Reino do céu, como tem sido entendido, e
igualmente também mal entendido, durante os séculos da era cristã, abrange
quatro grupos distintos de idéias:
1. O conceito dos judeus.
2. O conceito dos persas.
3. O conceito da experiência pessoal de Jesus – “o Reino do céu
dentro de vós”.
4. Os conceitos compostos e confundidos, que os fundadores e
promulgadores da cristandade têm buscado inculcar ao mundo.
Em épocas diferentes e em circunstâncias variadas,
Jesus apresentou conceitos inúmeros do “Reino” nos seus ensinamentos públicos,
mas para os seus apóstolos ele tratou o Reino como abrangendo a experiência
pessoal do homem na relação com os seus semelhantes na Terra e com o Pai nos
céus. A respeito do Reino, a sua última palavra foi: “o Reino está dentro de
vós”.
3. O CONCEITO DE JESUS SOBRE O REINO
O Mestre deixou bastante claro que o Reino do céu
deve começar com o conceito dual da verdade da paternidade de Deus e do fato
correlato da irmandade dos homens, e deve centralizar-se nesses conceitos. Jesus
declarou que a aceitação desse ensinamento libertaria o homem da sua longa
escravidão ao medo animal e a um tempo enriqueceria o viver humano com os
seguintes dons da nova vida de liberdade espiritual:
1. A posse de uma nova coragem e de um poder espiritual ampliado.
A boa nova do evangelho sobre o Reino devia liberar o homem e inspirá-lo a ter
coragem de ansiar pela vida eterna.
2. Essa boa nova carregava a mensagem de uma confiança nova e de
uma consolação verdadeira para todos os homens, mesmo para os pobres.
3. Era, em si mesma, um novo padrão de valores morais, uma nova
medida de ética com a qual avaliar a conduta humana. Ela ilustrava o ideal
resultante de uma nova ordem na sociedade humana.
4. Ela ensinava a primazia do espiritual sobre o material; ela
glorificava as realidades espirituais e exaltava os ideais supra-humanos.
5. Esse novo evangelho ressaltava a realização espiritual como a
verdadeira meta da vida. A vida humana recebia um novo dom de valor moral e de
dignidade divina.
6. Jesus ensinou que as realidades eternas eram o resultado (a
recompensa) do esforço terreno de retidão. A permanência mortal do homem na
Terra adquiriu um novo significado, em conseqüência do reconhecimento de um
destino nobre.
7. O novo evangelho afirmava que a salvação humana é a revelação
de um propósito divino de longo alcance a ser cumprido e realizado, em destino
futuro, no serviço sem fim dos salvados filhos de Deus.
Esses ensinamentos cobrem a idéia ampliada do Reino,
como foi ensinada por Jesus. Por outro lado, esse grande conceito não estava
incluído nos ensinamentos elementares e até então ainda confusos de João Batista
sobre o Reino.
O grande esforço que o sermão de Jesus representava era a
tentativa de converter o conceito do Reino do céu no ideal que é a idéia de
fazer a vontade de Deus. Há muito, o Mestre tinha já ensinado os seus seguidores
a orar: “Venha a nós o Vosso Reino; a Vossa vontade seja feita”; e nessa época
ele sinceramente buscava induzi-los a abandonar o uso do termo Reino de Deus,
em favor do equivalente mais prático, a vontade de Deus.
Até então os apóstolos tinham formado um ponto de
vista duplo sobre o Reino; eles consideravam-no como sendo:
1. Uma questão de experiência pessoal, então presente nos
corações dos verdadeiros crentes.
2. Uma questão de fenômeno racial ou mundial; pois o Reino estava
no futuro, algo por que se devia aguardar ansiosamente.
Eles consideravam a vinda do Reino, aos corações dos
homens, um desenvolvimento gradativo, como o fermento na massa ou como o
crescimento da semente de mostarda. E acreditavam que a vinda do Reino no
sentido racial ou mundial seria súbita tanto quanto espetacular. Jesus nunca se
cansou de dizer a eles que o Reino do céu era a sua experiência pessoal de
realizar as mais altas qualidades da vivência espiritual; que essas realidades
da experiência espiritual traduzem-se progressivamente em níveis novos e mais
elevados de certeza divina e de grandeza eterna.
O Mestre ensinou claramente sobre um novo conceito da
dupla natureza do Reino, descrevendo as duas fases seguintes:
Primeira: “o Reino de Deus neste mundo, o desejo supremo de fazer
a vontade de Deus, o amor não egoísta pelos homens, que dá os bons frutos de uma
conduta mais ética e mais moral”.
Segunda: ”o Reino de Deus nos céus, a meta dos crentes mortais, o
estado em que o amor por Deus é perfeccionado, e em que a vontade de Deus é
feita mais divinamente”.
Jesus ensinou que aquele que acredita pela fé entra
imediatamente no Reino. Nos vários discursos ele ensinou que duas coisas
são essenciais à entrada no Reino por meio da fé:
1. A fé e a sinceridade. Vir como uma criancinha, receber
o dom da filiação como uma dádiva; submeter-se a fazer a vontade de Deus sem
questionar e em confiança plena e genuína na sabedoria do Pai; vir ao Reino,
livre de preconceitos e pré-concebimentos; estar de mente aberta para aprender,
como um filho não estragado por mimos.
2. A fome da verdade. A sede de retidão, uma mudança na
mente; conquistar um motivo para ser como Deus e encontrar Deus.
Jesus ensinou que o pecado é antes de tudo o fruto de
uma mente conhecedora que se deixa dominar por uma vontade indômita. A respeito
do pecado, ele ensinou que Deus já os perdoou e, pelo ato de perdoarmos
ao nosso semelhante, tornamos o perdão de Deus disponível para nos favorecer
pessoalmente. Ao perdoar ao vosso irmão na carne, vós estais criando uma
capacidade na vossa própria alma de entrar na realidade do perdão de Deus para
os vossos próprios erros.
Na época em que o apóstolo João começou a escrever a
história da vida e dos ensinamentos de Jesus, os primeiros cristãos tinham tido
tantos problemas com a idéia do Reino de Deus e com as perseguições por ela
geradas, que abdicaram quase por inteiro do uso desse termo. João fala muito
sobre a “vida eterna”. Jesus referia-se a ele muitas vezes como o “Reino da
vida”. Ele referia-se também com freqüência ao “Reino de Deus, dentro de vós”.
Uma vez ele falou dessa experiência como “a irmandade da família, com Deus o
Pai”. Jesus procurou substituir reino por muitos termos, mas sempre sem êxito.
Entre outros, ele usou: família de Deus, vontade do Pai, amigos de Deus,
comunidade dos crentes, irmandade dos homens, seio do Pai, crianças de Deus,
comunidade dos fiéis, serviço do Pai e filhos liberados de Deus.
Todavia ele não pôde escapar do uso da idéia de um
reino. Só mais de cinqüenta anos mais tarde, depois da destruição de Jerusalém
pelos exércitos romanos, esse conceito de reino começou a se transformar no
culto da vida eterna, à medida que o seu aspecto social e institucional foi
assumido pela igreja cristã, então em vias de expansão e cristalização rápidas.
4. EM RELAÇÃO À
RETIDÃO
Jesus estava sempre tentando inculcar nos seus
apóstolos e discípulos que eles deviam buscar, pela fé, uma retidão que
excedesse -- em muito -- a da retidão do trabalho servil de que alguns dos
escribas e fariseus tanto se vangloriavam perante o mundo.
Embora Jesus ensinasse que a fé, aquela simples
credulidade infantil, é a chave para a porta do Reino, ele também ensinava que,
tendo passado porta adentro, havia os degraus progressivos da retidão, que toda
criança crédula devia galgar para crescer, até chegar à estatura plena de um
robusto filho de Deus.
É no que diz respeito à técnica de receber o
perdão de Deus que a realização na retidão do Reino é revelada. A fé é o preço
que vós pagais para entrar na família de Deus; mas o perdão é o ato de Deus que
acolhe a vossa fé como um preço para a admissão. Para um crente do Reino receber
o perdão de Deus, torna-se necessária uma experiência definitiva e real que
consiste nos quatro passos seguintes, os passos da retidão interior do Reino:
1. O perdão de Deus fica de fato ao alcance do homem, que o
experimenta pessoalmente tão logo ele perdoe os seus semelhantes.
2. O homem não perdoará verdadeiramente os seus semelhantes a
menos que os ame como a si próprio.
3. Amar assim ao próximo, como a ti próprio, nisso está a
mais elevada ética.
4. A conduta moral, a verdadeira retidão, torna-se, então, o
resultado natural desse amor.
Fica, pois, evidente que a verdadeira religião
interior do Reino tende a se manifestar, infalível e crescentemente, nas vias
práticas do serviço ao próximo. Jesus ensinou uma religião viva que compelia os
seus crentes a empenhar-se em fazer o serviço do amor. Mas Jesus não colocou a
ética no lugar da religião. Ele ensinou a religião como uma causa e a ética como
um resultado.
A retidão de qualquer ato deve ser medida pelo
motivo; as mais elevadas formas do bem são, portanto, inconscientes. Jesus nunca
mostrava interesse pela moral ou pela ética como tal. Ele estava integralmente
interessado por aquela amizade interior e espiritual com Deus, o Pai, que se
manifesta exteriormente com tanta certeza e tão diretamente como um serviço
amoroso ao homem. Ele ensinou que a religião do Reino é uma experiência pessoal
genuína que nenhum homem consegue limitar dentro de si próprio; que a
consciência de ser um membro da família de crentes leva inevitavelmente à
prática dos preceitos da conduta familiar, do serviço aos próprios irmãos e
irmãs, em um esforço de elevar e de expandir a irmandade.
A religião do Reino é pessoal, individual; os frutos,
os resultados, porém, são da família, são sociais. Jesus nunca deixou de exaltar
o individual como sagrado, por contraste com a comunidade. Mas ele também
reconheceu que o homem desenvolve o seu caráter por meio do serviço não egoísta;
que desdobra a sua natureza moral por meio da relação de amor aos seus
semelhantes.
5. OS
ENSINAMENTOS DE JESUS SOBRE O REINO
A verdade é que Jesus nunca deu uma definição precisa
do Reino. Em certo momento Ele discorreria sobre uma fase do Reino e, em uma
outra hora, Ele falaria sobre um aspecto diferente da irmandade do Reino de Deus
nos corações dos homens. Em sua pregação, Jesus destacou nada mais do que cinco
fases, ou épocas, do Reino, e que são:
1. A experiência pessoal interior da vida espiritual na amizade
do crente individual com Deus, o Pai.
2. A irmandade crescente dos crentes, na palavra de Deus; os
aspectos sociais da moral mais elevada e da ética viva, resultantes do Reino do
espírito de Deus, nos corações dos crentes individuais.
3. A irmandade supra-mortal dos seres espirituais invisíveis que
prevalece na Terra e nos céus, o Reino supra-humano de Deus.
4. A perspectiva de uma realização mais integral da vontade de
Deus, o avanço para o alvorecer de uma nova ordem social em conseqüência de um
vivenciar espiritual mais aperfeiçoado – a próxima era para o homem.
5. O Reino na sua plenitude, a idade espiritual futura de luz e
vida na Terra.
E por isso devemos sempre examinar o ensinamento do
Mestre, para nos certificarmos a respeito de qual dessas cinco fases pode estar
referindo-se quando faz uso do termo “Reino do céu”.
O Mestre colocou ênfase nos cinco pontos seguintes,
como representantes cardinais dos aspectos do evangelho do Reino:
1. A predominância do individual.
2. A vontade como fator determinante na experiência humana.
3. A comunhão espiritual com Deus, o Pai.
4. As satisfações supremas do serviço amoroso do homem.
5. A transcendência do espiritual sobre o material na
personalidade humana.
Este mundo nunca experimentou seriamente, nem sincera
ou honestamente, essas idéias dinâmicas e esses ideais divinos da doutrina de
Jesus sobre o Reino do céu. A ordem da evolução progressiva está sujeita a
mudanças periódicas súbitas e inesperadas, tanto no mundo material quanto no
espiritual. Assim, pois, a auto-outorga de Jesus, como um Filho encarnado, foi
um acontecimento estranho e inesperado na vida espiritual do mundo. Por isso ao
procurarmos pela manifestação do Reino, durante esta idade atual, não devemos
cometer o erro fatal de deixar de efetivar, principalmente, o estabelecimento
dele dentro das nossas próprias almas.
6. CONCLUSÃO
Vimos, ao longo deste trabalho, que durante os
primeiros séculos da propaganda cristã, a idéia do Reino do céu foi
tremendamente influenciada pelas noções do idealismo grego, que se espalhavam
rapidamente então, a idéia do natural enquanto sombra do espiritual – do
temporal como a sombra do eterno no tempo.
O reino, para os judeus, era a comunidade
israelita; para os gentios, tornou-se a igreja cristã. Para Jesus o Reino
era o conjunto daqueles indivíduos que tinham confessado a sua fé na
paternidade de Deus, proclamando assim a sua dedicação a fazer a vontade de Deus
de coração, e, pois, tornando-se membros da irmandade espiritual dos homens.
O ensinamento de Jesus tinha muitas facetas
diferentes, por isso, em uns poucos séculos, os estudantes dos registros desses
ensinamentos dividiram-se em tantos cultos e seitas. Essa subdivisão lastimável
dos crentes cristãos resulta da incapacidade de distinguir nos ensinamentos
múltiplos do Mestre a unidade divina da sua incomparável vida.
Todavia, com o passar do tempo, o conceito de Reino
transformou-se no conceito de uma era, na idéia de uma visitação futura e no
ideal da redenção final dos santos do Altíssimo.
ANEXO 1 - AS
DIFERENTES EXPRESSÕES UTILIZADAS POR JESUS COM REFERÊNCIA AO REINO DE DEUS
Como autêntico Messias, cumprindo a expectativa de Israel, Jesus traz a todos os
homens “o Reino dos Céus”, o qual aparece como força de cura e proclamação de
uma mensagem de felicidade.
Nesse contexto do ministério de Jesus, vemos, curiosamente, que três termos
foram empregados diferentemente nos evangelhos, obviamente considerando-se a
cultura dos destinatários e o cuidado que o escritor inspirado teve ao ter que
se referir ao “Reino dos Céus” ou ao “Reino de Deus”.
Assim, vamos encontrar as expressões “Evangelho do reino”, “Evangelho do Reino
de Deus” e, por último, Reino dos Céus”, onde, curiosamente, esta expressão
somente se encontra no Evangelho de Mateus.
Vejamos, então, as expressões e as
suas localizações nas Escrituras Sagradas:
EVANGELHO DO
REINO
Mt. 4:23 -
“Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas,
pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades
entre o povo”.
Mt. 9:35 -
“E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas
sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e
enfermidades”
Mateus 24:14 -
“E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo,
para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim”.
EVANGELHO DO
REINO DE DEUS
Lucas 4:43 -
“Ele, porém, lhes disse: É necessário que eu anuncie o
evangelho do reino de Deus também às outras cidades, pois para isso é que fui
enviado”.
Lucas 8:1 -
“Aconteceu, depois disto, que andava Jesus de cidade em cidade
e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus, e os
doze iam com ele...”,
Lucas 16:16 -
“A Lei e os Profetas vigoraram até João; desde esse tempo, vem
sendo anunciado o evangelho do reino de Deus, e todo homem se esforça por entrar
nele”.
REINO DE DEUS
Mateus 12:28 -
“Se, porém, eu expulso demônios pelo Espírito de Deus,
certamente é chegado o reino de Deus sobre vós”.
Mateus 19:24 -
“E ainda vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo
fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus”.
Mateus 21:31 -
“Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram: O segundo.
Declarou-lhes Jesus: Em verdade vos digo que publicanos e meretrizes vos
precedem no reino de Deus”.
Mateus 21:43 -
“Portanto, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e
será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos”.
Marcos 1:15 -
“dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está
próximo; arrependei-vos e crede no evangelho”.
Marcos 4:11 -
“Ele lhes respondeu: A vós outros vos é dado conhecer o
mistério do reino de Deus; mas, aos de fora, tudo se ensina por meio de
parábolas”.
Marcos 4:26 -
“Disse ainda: O reino de Deus é assim como se um homem
lançasse a semente à terra”.
Marcos 4:30 -
“Disse mais: A que assemelharemos o reino de Deus? Ou com que
parábola o apresentaremos?”.
Marcos 9:1 -
“Dizia-lhes ainda: Em verdade vos afirmo que, dos que aqui se
encontram, alguns há que, de maneira nenhuma, passarão pela morte até que vejam
ter chegado com poder o reino de Deus”.
Marcos 9:47 -
“E, se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o; é melhor
entrares no reino de Deus com um só dos teus olhos do que, tendo os dois seres
lançado no inferno”.
Marcos 10:14 -
“Jesus, porém, vendo isto, indignou-se e disse-lhes: Deixai
vir a mim os pequeninos, não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus”.
Marcos 10:15 -
“Em verdade vos digo: Quem não receber o reino de Deus como
uma criança de maneira nenhuma entrará nele”.
Marcos 10:23 -
“Então, Jesus, olhando ao redor, disse aos seus discípulos:
Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas!”
Marcos 10:24 -
“Os discípulos estranharam estas palavras; mas Jesus
insistiu em dizer-lhes: Filhos, quão difícil é para os que confiam nas riquezas
entrar no reino de Deus!”.
Marcos 10:25 -
“É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do
que entrar um rico no reino de Deus”.
Marcos 12:34 -
“Vendo Jesus que ele havia respondido sabiamente,
declarou-lhe: Não estás longe do reino de Deus. E já ninguém mais ousava
interrogá-lo”.
Marcos 14:25 -
“Em verdade vos digo que jamais beberei do fruto da
videira, até àquele dia em que o hei de beber, novo, no reino de Deus”.
Marcos 15:43 -
“vindo José de Arimatéia, ilustre membro do Sinédrio, que
também esperava o reino de Deus, dirigiu-se resolutamente a Pilatos e pediu o
corpo de Jesus”.
Lucas 6:20 -
“Então, olhando ele para os seus discípulos, disse-lhes:
Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus”.
Lucas 7:28 -
“E eu vos digo: entre os nascidos de mulher, ninguém é maior
do que João; mas o menor no reino de Deus é maior do que ele”.
Lucas 8:10 -
“Respondeu-lhes Jesus: A vós outros é dado conhecer os
mistérios do reino de Deus; aos demais, fala-se por parábolas, para que, vendo,
não vejam; e, ouvindo, não entendam”.
Lucas 9:2 -
“Também os enviou a pregar o reino de Deus e a curar os
enfermos”.
Lucas 9:11 -
“Mas as multidões, ao saberem, seguiram-no. Acolhendo-as,
falava-lhes a respeito do reino de Deus e socorria os que tinham necessidade de
cura”.
Lucas 9:27 -
“Verdadeiramente, vos digo: alguns há dos que aqui se
encontram que, de maneira nenhuma, passarão pela morte até que vejam o reino de
Deus”.
Lucas 9:60 -
“Mas Jesus insistiu: Deixa aos mortos o sepultar os seus
próprios mortos. Tu, porém, vai e prega o reino de Deus”.
Lucas 9:62 -
“Mas Jesus lhe replicou: Ninguém que, tendo posto a mão no
arado, olha para trás é apto para o reino de Deus”.
Lucas 10:9 -
“Curai os enfermos que nela houver e anunciai-lhes: A vós
outros está próximo o reino de Deus”.
Lucas 10:11 -
“Até o pó da vossa cidade, que se nos pegou aos pés, sacudimos
contra vós outros. Não obstante, sabei que está próximo o reino de Deus”.
Lucas 11:20 -
“Se, porém, eu expulso os demônios pelo dedo de Deus,
certamente, é chegado o reino de Deus sobre vós”.
Lucas 13:18 -
“E dizia: A que é semelhante o reino de Deus, e a que o
compararei?”.
Lucas 13:20 -
“Disse mais: A que compararei o reino de Deus?”
Lucas 13:28 -
“Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes, no reino
de Deus, Abraão, Isaque, Jacó e todos os profetas, mas vós, lançados fora”.
Lucas 13:29 -
“Muitos virão do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul e
tomarão lugares à mesa no reino de Deus”.
Lucas 14:15 -
“Ora, ouvindo tais palavras, um dos que estavam com ele à
mesa, disse-lhe: Bem-aventurado aquele que comer pão no reino de Deus”.
Lucas 17:20 -
“Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de
Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência”.
Lucas 17:21 -
“Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Porque o reino de Deus
está dentro de vós”.
Lucas 18:16 -
“Jesus, porém, chamando-as para junto de si, ordenou: Deixai
vir a mim os pequeninos e não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus”.
Lucas 18:17 -
“Em verdade vos digo: Quem não receber o reino de Deus como
uma criança de maneira alguma entrará nele”.
Lucas 18:24 -
“E Jesus, vendo-o assim triste, disse: Quão dificilmente
entrarão no reino de Deus os que têm riquezas!”
Lucas 18:25 -
“Porque é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha
do que entrar um rico no reino de Deus”.
Lucas 18:29 -
“Respondeu-lhes Jesus: Em verdade vos digo que ninguém há que
tenha deixado casa, ou mulher, ou irmãos, ou pais, ou filhos, por causa do reino
de Deus”.
Lucas 19:11 -
“Ouvindo eles estas coisas, Jesus propôs uma parábola, visto estar perto de
Jerusalém e lhes parecer que o reino de Deus havia de manifestar-se
imediatamente”.
Lucas 21:31 -
“Assim também, quando virdes acontecerem estas coisas, sabei que está próximo o
reino de Deus”.
Lucas 22:16 -
“Pois vos digo que nunca mais a comerei, até que ela se cumpra
no reino de Deus”.
Lucas 22:18 -
“pois vos digo que, de agora em diante, não mais beberei do
fruto da videira, até que venha o reino de Deus”.
Lucas 23:51 -
“(que não tinha concordado com o desígnio e ação dos outros),
natural de Arimatéia, cidade dos judeus, e que esperava o reino de Deus”.
João 3:3 -
“A isto, respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo que,
se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus”.
João 3:5 -
“Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: quem não
nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus”.
REINO DOS CÉUS
Mateus 3:2 -
“Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus”.
Mateus 4:17 -
“Daí por diante, passou Jesus a pregar e a dizer:
Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus”.
Mateus 5:3 -
“Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o
reino dos céus”.
Mateus 5:10 -
“Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque
deles é o reino dos céus”.
Mateus 5:19 -
“Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos
menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus;
aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino
dos céus”.
Mateus 5:20 -
“Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito
a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus”.
Mateus 7:21 -
“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos
céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus”.
Mateus 8:11 -
“Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão
lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus”.
Mateus 10:7 -
“e, à medida que seguirdes, pregai que está próximo o reino
dos céus”.
Mateus 11:11 -
“Em verdade vos digo: entre os nascidos de mulher, ninguém
apareceu maior do que João Batista; mas o menor no reino dos céus é maior do que
ele”.
Mateus 11:12 -
“Desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus
é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele”.
Mateus 13:11 -
“Ao que respondeu: Porque a vós outros é dado conhecer os
mistérios do reino dos céus, mas àqueles não lhes é isso concedido”.
Mateus 13:24 -
“Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é
semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo”.
Mateus 13:31 -
“Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é
semelhante a um grão de mostarda, que um homem tomou e plantou no seu campo”
Mateus 13:33 -
“Disse-lhes outra parábola: O reino dos céus é semelhante
ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até
ficar tudo levedado”.
Mateus 13:44 -
“O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no
campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E, transbordante de
alegria, vai, vende tudo o que tem e compra aquele campo”.
Mateus 13:45 -
“O reino dos céus é também semelhante a um que negocia e
procura boas pérolas”.
Mateus 13:47 -
“O reino dos céus é ainda semelhante a uma rede que,
lançada ao mar, recolhe peixes de toda espécie”.
Mateus 13:52 -
“Então, lhes disse: Por isso, todo escriba versado no reino
dos céus é semelhante a um pai de família que tira do seu depósito coisas novas
e coisas velhas”.
Mateus 16:19 -
“Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na
terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra terá sido desligado
nos céus”.
Mateus 18:1 -
“Naquela hora, aproximaram-se de Jesus os discípulos,
perguntando: Quem é, porventura, o maior no reino dos céus?”.
Mateus 18:3 -
“E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e
não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus”.
Mateus 18:4 -
“Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o
maior no reino dos céus”.
Mateus 18:23 -
“Por isso, o reino dos céus é semelhante a um rei que
resolveu ajustar contas com os seus servos”.
Mateus 19:12 -
“Porque há eunucos de nascença; há outros a quem os homens
fizeram tais; e há outros que a si mesmos se fizeram eunucos, por causa do reino
dos céus. Quem é apto para o admitir admita”.
Mateus 19:14 - “Jesus,
porém, disse: Deixai os pequeninos, não os embaraceis de vir a mim, porque dos
tais é o reino dos céus”.
Mateus 19:23 -
“Então, disse Jesus a seus discípulos: Em verdade vos digo
que um rico dificilmente entrará no reino dos céus”.
Mateus 20:1 -
“ Porque o reino dos céus é semelhante a um dono de casa que
saiu de madrugada para assalariar trabalhadores para a sua vinha”.
Mateus 22:2 -
“O reino dos céus é semelhante a um rei que celebrou as bodas
de seu filho”.
Mateus 23:13 -
“ Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque
fechais o reino dos céus diante dos homens; pois vós não entrais, nem deixais
entrar os que estão entrando!”.
Mateus 25:1
“Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que,
tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo”.
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